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montesclaros.com - Ano 26 - quinta-feira, 30 de julho de 2026

Ventos ultrapassaram os 100 quilômetros por hora no Rio. Choque entre duas massas de ar, fria e úmida, causou o fenômeno, previsível. 600 mil pessoas ficaram sem energia elétrica

Quinta 30/07/26 - 5h43

As fortes rajadas de vento que ultrapassaram os 100 quilômetros por hora e atingiram as regiões Sul e Sudeste do Brasil na quarta-feira, 29 de julho, deixaram cinco mortos e um sinal de destruição em diversas cidades.

Três pessoas morreram em São Paulo e duas no Rio de Janeiro.

O fenômeno foi causado pelo choque entre duas massas de ar.

Antes da chegada da frente fria, as temperaturas estavam elevadas no Sudeste — no Rio de Janeiro, os termômetros chegaram a 35,8 graus, e em Santos, no litoral paulista, a 35,2 graus.

O encontro brusco com o ar frio e úmido acelerou as correntes de vento, formando as rajadas intensas.

No Rio de Janeiro, os ventos chegaram a 105 quilômetros por hora no Galeão.

A Ponte Rio-Niterói foi fechada temporariamente, e o Aeroporto Santos Dumont suspendeu pousos e decolagens.

Duas pessoas morreram com a queda de um muro em Santa Teresa.

O Corpo de Bombeiros registrou 185 ocorrências relacionadas ao fenômeno.



Em São Paulo, o pico de vento foi de 124,9 quilômetros por hora em Itaporanga, no interior.


Em Santos, uma pessoa morreu após ser atingida por uma árvore.

Em Cesário Lange, um homem de 62 anos morreu com a queda de uma árvore sobre o carro.

Em São Sebastião, um pescador morreu após naufrágio durante a tempestade.

Os aeroportos de Congonhas e Guarulhos também registraram impactos.

A Defesa Civil estadual manteve o Gabinete de Crise mobilizado.

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